COVID19.png

CONDIÇÕES EXTRAORDINÁRIAS PARA ACESSO À UNIVERSIDADE:

ENTRADA NO EDIFÍCIO:

- Não é permitida a entrada no pólo da universidade sem autorização de um colaborador

- Porta principal onde é medida a temperatura.

- O aluno vai diretamente para a sua sala de aula.

- O utente tem que respeitar o circuito definido.

- O uso de máscara é obrigatório.

 

SAÍDA DO EDIFÍCIO:

- O utente tem que respeitar o circuito definido.

- A saída é feita por sala.

 

ENTRAR NA SALA:

- Na primeira hora do período da manhã e da tarde o aluno após entrar no edifício deve dirigir-se diretamente para a sua sala de aula.

- Nas horas seguintes o aluno é conduzido por um colaborador à sala de aula.

- Se o aluno estiver na receção ou no exterior, um colaborador irá conduzi-lo até à sua sala de aula.

- A verificação das presenças será feita pelo colaborador na respetiva folha de presença da disciplina.

 

SAIR DAS SALAS:

- O toque de saída serve unicamente para informar o professor que a sua aula terminou.

- A saída da sala após o toque só é efetuada quando um colaborador informar que o aluno pode sair.

- O aluno deve sair do edifício respeitando o circuito definido.

- Se o aluno tiver outra aula, deve seguir as regras do Capítulo “ENTRE AULAS”.

 

ENTRE AULAS:

- O aluno que acaba uma aula e tem a aula seguinte na mesma sala deve permanecer na mesma e não mudar de lugar.

-  Em todos os restantes casos em que haja mudança de sala, o aluno deve dirigir-se para a receção ou exterior e aguardar até ser chamado por um colaborador.

MEDIÇÕES_DE_TEMPERATURA.jpg

COMUNICAÇÃO ENVIADA PELA CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS.

Na sequência das normas de higiene e segurança indicadas pela DGS, e para o seu devido cumprimento, o Diretor Clínico da Unidade de Higiene e Segurança no Trabalho do nosso Município enviou-nos o seguinte comunicado:
 
“ No âmbito das medidas excecionais e temporárias implementadas relativas à pandemia da doença COVID-19, segundo art.º13-C do Decreto-lei n.º 20/2020, de 1 de maio, “e exclusivamente por motivos de proteção da saúde do próprio e de terceiros, podem ser realizadas medições de temperatura corporal a trabalhadores para efeitos de acesso e permanência no local de trabalho”. Conforme a lei, esta não aborda a questão da autorização, a não ser quando se trata de fazer o registo dos resultados.

Na procura de garantir uma correta e fiável forma de medição da temperatura, o Município de Oeiras, veio determinar através do Despacho n.º100/2020, de 15 de setembro, o cumprimento obrigatório e escrupuloso da medição da temperatura corporal, sendo também uma das recomendações do SNS, como forma de identificação de indivíduos infetados.

Esta medição começa a fazer parte do nosso dia-a-dia neste contexto da COVID-19, o Município através do uso dos Termómetros de Infravermelhos (pistola), procede á leitura da temperatura corporal na testa, garantindo a necessária distância de segurança.
No Município, apenas são utilizados na medição da temperatura corporal, aparelhos certificados para o efeito. Os Termómetros de Infravermelhos utilizam uma tecnologia segura, pois a medição da temperatura faz-se à distância, efetuando a leitura de radiação emitida pelo corpo, na gama dos infravermelhos”, ou seja, “absorvem radiação para fazer a leitura, não emitem radiação.

Quando a medição se realiza no punho ou no pulso, como por vezes solicitado, sendo zonas periféricas do organismo, dá leituras de temperatura mais baixas e uma impressão errada de que não há aumento de temperatura corporal.

Por conseguinte, determina-se que a medição da temperatura corporal será efetuada na testa do trabalhador e a todos os munícipes que acedam aos edifícios municipais.”

Neste sentido, e dado que a Universidade Sénior de Oeiras se situa num Edifício Municipal, solicitamos o cumprimento das diretrizes supra indicadas.

AVISO SNS.jpg
0026_00122.png