A NOSSA UNIVERSIDADE / GRUPO DE TEATRO DA USO

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C.A.O.S. (Comando Absoluto de Ordem Superior)

Sinopse: 

“Deus é Grande e não dorme”, “Quem tudo quer, tudo perde”, “Para quê simplificar se podemos complicar?”, “O óptimo é inimigo do bom!”, “Mais faz quem quer do que quem pode”…

Provérbios e ditos populares criados por quem observou e estudou (muito) o ser humano nos seus relacionamentos do dia-a-dia nas diferentes propostas do seu viver!
Cada ser humano é um complexo sistema físico e mental que desenvolve esquemas, rotinas, defesas, propostas, desculpas, etc. que protejam o seu status, a sua quintinha de conforto, nem que para isso tenham de se cercar um sistema burocrático activo.
Tende, também, quando alcança algum sucesso nas suas realizações, a partir para a criação megalómana de qualquer projecto que satisfaça a sua vaidade pessoal (que raramente vinga no confronto social)!
Tudo isto fica resumido com velho dito popular: “A Montanha Pariu um Rato!”.

 

Interpretação: 

Henrique Esteves, Lúcia Saraiva, Luís Briz, Ana Brísio, Fátima Serpa, Eduardo Barata, Flora de Brito, Maria Eugénia P. Coutinho, Antonieta Barata, Teresa Mendes Ferreira, Helena Lopes, Esmeralda Reis, Alice Duarte e Alda Queiroz.

 

Texto: Mouzinho Arsénio 

Encenação: Mouzinho Arsénio

Figurinos: Eugénia P. Coutinho

Cenografia: Eduardo Barata, Fátima Serpa e Mouzinho

Cartaz: Gonçalo Canário

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CONDOMÍNIO SÃO VENTO

Sinopse: 

Cada PRÉDIO é uma entidade própria, resultado da combinação das personalidades das pessoas que nele habitam!

Um PRÉDIO pode ser, e é em muitos casos, um deserto em propriedade horizontal, onde cada um se isola no seu casulo.

Uma reunião de CONDOMÍNIO transforma-se, muitas vezes, num campo de batalha de egos inflamados. Todos são donos da verdade e esquecem que não há verdades absolutas.

Este “Condomínio São Vento” – (sem conotação política) – é uma forma de rirmos de nós próprios e de fazer um desafio aos actores do grupo: representar no meio do público.

 

Interpretação: 

Alda Queiroz, Alice Duarte, Ana Brísio, Antonieta Barata, Eugénia Coutinho, Flora de Brito, Fátima Barreto, Fátima Serpa, Graciete Sena, Helena Lopes, Henrique Esteves, João Gilzañs, José Neto, Maria Neto, Zélia Frazoa.

 

Texto: Mouzinho Arsénio 

Encenação: Mouzinho Arsénio

Produção: José Neto

Figurinos: Eugénia P. Coutinho

Cenografia: Eduardo Barata

Cartaz: Gonçalo Canário

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O REFLEXO DA MONTRA

Sinopse: 

Uma montra vazia, um manequim despido e uma paragem de autocarro leva-nos ao pensamento imediato de que nada de interessante pode acontecer nesta rua perdida na sua própria solidão, tristeza e quase abandono!

No entanto iremos ter alegria, loucura, poesia, música, política, futebol, etc. a rechear o espaço temporal desta apresentação. Metáfora da vida comum, dos juízos apressados, da descoberta de valores escondidos onde nem sonhávamos poderem existir.

 

Interpretação: 

Vasco - José Neto

Verónica - Graciete Sena

Marizé - Orlanda Alves

Maria Azul - Antonieta Barata

Maria Verde - Flora de Brito

Maria Encarnada - Ana Brísio

Lucrécia - Fátima Serpa

Dulce - Maria Neto

Luís - Henrique Esteves

Tony - Mouzinho Arsénio

Fabíola - Mª Eugénia Coutinho

Dolores - Alice Duarte

Zé Guerreiro - João Gilzañs

Margot Liz - Alda Queiroz

Vitória Luz - Fátima Barreto

Maneli  - Mouzinho Arsénio

 

Texto: Mouzinho Arsénio (Inspiração nos seguintes textos: “Um pássaro Antigo nos Olhos” de Alice Duarte; “Deus Lhe Pague” de Joraci Camargo; “Abelha Branca” de Poli Calle; “Fugitivas” de Ignacio del Moral)

Encenação: Mouzinho Arsénio

Produção: José Neto

Arranjo Musical: Jorge Gomes

Figurinos: Eugénia P. Coutinho

Cenografia: Mouzinho Arsénio e Eduardo Barata

Cartaz: Gonçalo Canário

Desenho de Luz: Mouzinho Arsénio

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PIQUENIQUE NA FALÉSIA

Sinopse: 

Quando a ambição desmedida atropela tudo e todos, numa ganância de riquezas e de poder, só a utopia lhe pode fazer frente, de uma forma suave mas determinada. Quando a sociedade é cercada por regras, leis, crises, etc. é natural que se precise de uma Falésia onde possa fazer Piqueniques sem condicionalismos, sem constrangimentos, em liberdade de pensamento e de expressão. Daí o ser justo o combate a esses poderes castradores. Daí o uso da UTOPIA que os vai conseguir vencer porque a não compreendem!

 

Interpretação (por ordem alfabética): 

Adelaide Fernandes, Alda Queiroz, Alice Duarte, Ana Brísio, Antonieta Barata, Eugénia P. Coutinho, Fátima Barreto, Fátima Serpa, Flora de Brito, Graciete Sena, Helena Lopes, Henrique Esteves, João Gilzañs, José Neto, Luís Briz(*), Maria Neto, Orlanda Alves, Patrocínio Costa.

(*) Por vezes substituído por Mouzinho Arsénio

 

Texto: Mouzinho Arsénio (inspirado em «A Louca de Chaillot» de Jean Giraudoux)

Encenação: Mouzinho Arsénio

Produção: José Neto

Música Original: Jorge Gomes

Figurinos: Eugénia P. Coutinho

Cenografia: Mouzinho Arsénio

Painel da Falésia: Eduardo Barata e Antonieta Barata

Desenho de Luz: Mouzinho Arsénio

Cartaz: Gonçalo Canário

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CADA FAMÍLIA COM O SEU FADO ou "Dorival $em Piedade"

Sinopse: 

Dívidas, “Quem as não Tem?”. “3 famílias”, “1 banco com um elevador especial”, “3 fados”. Aliás, “Cada família com o seu fado”. Família portuguesa, com certeza. E… um mui misterioso Dorival!!!!!

 

Intérpretes/Personagens (por ordem de entrada em cena):

Oradora: Fátima Serpa. 

Família Pobre: Mãe - Maria Neto, Filha - Graciete Gomes, Avó - Fátima Barreto, Pai - Henrique Esteves, Tia - Flora de Brito. 

Família Remediada: Mãe - Alice Duarte, Tia - Orlanda Alves, Filha - Ana Brísio, Pai - Luís Briz, Avô - João Gilzañs. 

Família Rica: Mãe - Eugénia Coutinho, Filha - Patrocínio Costa, Tia - Antonieta Barata, Avó - Alda Queiroz, Pai - José Neto.

 

Texto e Encenação: Mouzinho Arsénio 

Cenários, Luzes e Som: Helena Sobral 

Guarda-roupa: Eugénia Coutinho

Cartaz: Gonçalo Canário

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CULTURA + ALÉM

Sinopse:

Sempre que há crise a cultura e a 3ª idade são os primeiros a ser atingidos, por serem os que menos se podem defender (a única greve que podem fazer é a da fome). Por isso, alguns vultos da nossa cultura resolveram sair do seu eterno descanso para nos alertar com algumas verdades.

 

Intérpretes/Personagens (por ordem de entrada em cena): 

João Sobral - Gil Vicente, João Gilzañs - Almeida Garrett, Maria Eugénia P. Coutinho - Amélia Rey Colaço, Fátima Barreto - Avó de Fernando Pessoa, Antonieta Barata - Sophia de Mello Breyner, José Neto - António Aleixo, Orlanda Alves - Vieira da Silva, Alice Duarte - Amália Rodrigues, Luís Briz – Diamantino Viseu, Alda Queiroz – Mãe de Eça de Queiroz, Patrocínio Costa – Margarida Abreu, Helena Sobral – Dª Maria II, Maria Neto – Maria da Fonte.

 

Figuração: Ana Brísio, Fátima Serpa, Flora de Brito, Graciete Gomes e Henrique Esteves.

Autor: Criação Colectiva

Concepção e Encenação: Mouzinho Arsénio

Cenografia: Mouzinho Arsénio e Helena Sobral

Figurinos e Guarda Roupa: Maria Cândida Lemos e Maria Eugénia Coutinho

Desenho De Luzes: Mouzinho Arsénio

Sonoplastia: Agostinho Peres

Música: Jorge Gomes

Imagem: Guilhermino Silva Pinto

Adereços: Helena Sobral

Apoio aos Ensaios: Luís Briz

Cartaz: Gonçalo Canário